Profissão Repórter mostra o impacto do uso de agrotóxicos para a saúde

No Brasil, 70% dos alimentos in natura estão contaminados por agrotóxicos. Continue lendo “Profissão Repórter mostra o impacto do uso de agrotóxicos para a saúde”

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Agricultura consciente – parte III

Na continuidade de nossas publicações, se compreendemos os fatores citados anteriormente, podemos identificar que estes métodos dão condições para que a planta expresse o seu potencial máximo, concebido através da principal atividade exercida por ela, a fotossíntese. A fotossíntese é a base de toda a produção, onde a planta capta gás carbônico, H2O e luz solar, formando os primeiros elementos orgânicos. Conferindo-lhe um produto único e especial. “A agricultura é a arte de colher o sol” (provérbio Chinês) …………. No clima temperado, a baixa entrada da energia solar ao longo do ano é compensada pelo acúmulo de matéria orgânica no solo, que funciona como uma poupança energética para as necessidades metabólicas e fisiológicas das plantas. Neste ambiente temos o ciclo C-3, onde na primeira fase da fotossíntese a planta capta 3 carbonos, já em climas tropicais a baixa fertilidade dos solos é compensada pela abundante entrada energética (sol), via fotossíntese das plantas, onde a maioria delas é capaz de fixar 4 carbonos na primeira fase da fotossíntese, ou seja, concedendo-lhe maior eficiência metabólica. Através da fotossíntese temos o “start” alquímico elaborado pela planta, o qual podemos mencionar sobre “A Teoria da Trofobiose” apresentada por Francis Chaboussou, que demonstra de forma científica a estruturação e formação celular das plantas, relacionada aos fatores tróficos, que em um manejo inadequado a utilização de adubação mineral (sintética) e o uso de agrotóxicos inibem a síntese proteica, causando o acúmulo de nitrogênio e aminoácidos livres no sulco celular e seiva da planta, disponibilizando os alimentos necessários para insetos e outros patógenos. Desta forma observamos que o sintoma é resultado de um desequilíbrio nutricional e metabólico, não sendo o fator a ser controlado e sim um indicador da causa. —— “Insetos e fungos não são a verdadeira causa da doença das plantas. Eles só atacam plantas ruins ou plantas cultivadas incorretamente”. (Abert Howard)
Vida nova para a terra.
Agricultura consciente.
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Agricultura consciente – parte II

Na nova proposta de produção buscarei informar de forma mais ampla e simples alguns pontos importantes que dão referência ao que a IAO Orgânicos busca entregar a todos de forma direta e indireta. Ao adquirir um de nossos cafés, você além de apreciar uma bebida especial contribui para o equilíbrio e a sustentabilidade da nossa “Mãe Terra”.

Entre os diferentes métodos de produção existentes o objetivo é compreender a individualidade de cada propriedade e ou situação existente. Planejar práticas que atendam as necessidades da área em questão, como por exemplo, uma área convencional onde pretende-se implantar um método orgânico deve-se trabalhar com uma rotação de cultura que venha promover a desintoxicação do solo, fornecer adubos na forma orgânica, promovendo assim, a reestruturação física, química e biológica do solo.

Procuramos seguir os processos naturais ou manejo ecológico para estabelecermos a associação de plantas e construírmos um solo produtivo. Desta forma buscamos um fator, chamado pelo nosso professor Ernest Ghost, de sintropia (acúmulo de energia), oferecido por um manejo biológico. A Natureza realiza a sintropia quando desenvolve um ambiente equilibrado, com solo grumoso; temperatura e umidade do ar estabilizados; cadeia e teia alimentar, ou seja, com todos os fatores em seu ápice, onde encontramos a sustentabilidade e recursos necessários para a produção provenientes do mesmo.
A entropia é o fator inverso (dispersão de energia) adotada pela agricultura convencional extrativista, na qual os recursos são explorados ao máximo e a regeneração do ambiente é comprometida.

Na próxima publicação mencionarei a respeito da fotossíntese correlacionada ao clima tropical, entre outros pontos interessantes que contemplam a produção do nosso café orgânico especial.

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Agricultura consciente.

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Aprenda a fazer o Bulletproof.

Café com manteiga clarificada (ghee) e óleo de coco é sucesso entre pessoas que buscam alta performance.

Bulletproof Coffee: um café à prova de balas. O que pensar de um café que recebe esse nome e é uma mistura com manteiga e óleo? É essa a nova receita que está fazendo sucesso e sendo eficaz para pessoas que querem se manter saciadas, reduzindo a fome e também aumentar a resistência corporal.
Uma ideia que surgiu após uma viagem que o criador Dave Asprey fez ao Tibete, onde provou o chá com manteiga feita do leite de iaques, um bovino selvagem da região. O empresário passou duas décadas e gastou mais de US$ 300 mil para investigar sua própria biologia, aprimorando conhecimento sobre o poder que a receita pode oferecer. A receita consiste em: café orgânico, manteiga ghee (ou sem sal) e óleo rico em triglicérides de cadeia média, como o óleo de coco e o de palma. Sendo que o criador, defende que, tomar um café livre de micotoxinas é essencial para obter os resultados do Bulletproof Coffee.
A receita também possui benefícios além do que é usado como principal para o consumo do café, ela promove clareza mental, aumenta a queima de gordura corporal, melhora na concentração e foco e também dá mais capacidade de aprendizagem.

Receita:

1 xícara de café de preferência feito com a Pressca que extrai melhor os óleos benéficos do café.

1 colher de sopa de TCM (triglicérides de cadeia média).

1 colher de sobremesa de manteiga Ghee.

Bater no liquidificador, ou se preferir com o mixer portátil. Tomar de preferência sem qualquer outro ingrediente ou refeição até que sinta fome novamente.

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